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Textos sobre trabalho, BPC e INSS, sem juridiquês.

Cada texto explica um assunto inteiro: a regra, um exemplo, os documentos e o que costuma dar errado. Cada um traz a norma conferida na fonte oficial e a data da última revisão.

  1. Trabalho6 min de leitura

    Empresa não pagou a rescisão em 10 dias: o que fazer

    Em agosto de 2026, o Novo Caged registrou 2,1 milhões de desligamentos, cerca de 68 mil por dia. A CLT dá 10 dias à empresa para pagar e entregar os documentos, sob multa de um salário. Para cobrar na Justiça, em regra, você tem 2 anos do fim do contrato, e a ação alcança os últimos 5 anos.

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  2. Aposentadoria e auxílios6 min de leitura

    Voltei a trabalhar com sequela. Tenho direito ao auxílio-acidente?

    O auxílio-acidente é uma indenização mensal do INSS para quem ficou com sequela de acidente que reduz a capacidade para o trabalho de sempre. Não exige carência e pode ser pago junto com o salário. Empregado, doméstico, avulso e segurado especial podem receber; autônomo, MEI e facultativo, não.

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  3. BPC/LOAS6 min de leitura

    BPC com renda acima de ¼ do salário mínimo: o que entra e o que sai da conta?

    No INSS, a renda da família por pessoa precisa ficar em até R$ 405,25 em 2026. Antes de aceitar uma negativa, confira quem entrou na conta, o que entrou como renda e se os gastos contínuos de saúde foram descontados. Na Justiça, o ¼ não é o único critério, mas a necessidade precisa de prova.

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  4. BPC/LOAS5 min de leitura

    Perícia do BPC na Justiça: o que muda em 3 de novembro de 2026 e como se preparar

    A partir de 3 de novembro de 2026, salvo nova prorrogação, a Justiça passa a usar um instrumento único do CNJ para avaliar a deficiência nas ações de BPC. Ele não decide o pedido sozinho e só pode ser aplicado por profissional capacitado. A prova precisa mostrar a vida diária da pessoa, além do diagnóstico.

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  5. Empresas5 min de leitura

    Minha empresa responde pelo que a terceirizada não pagar? O risco e como se proteger

    Em regra, sim. A empresa que contrata o serviço responde pelo que a prestadora deixar de pagar aos empregados no período do contrato. Escolher bem a prestadora, cobrar comprovantes todo mês e não dar ordens diretas ao terceirizado reduz o risco.

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